O PRESIDENTE DA REPÚBLICA DESCREVE UM QUADRO NEGRO DE 43 ANOS DA INDEPENDÊNCIA DA GUINÉ-BISSAU

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19 de abril 2017

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA DESCREVE UM QUADRO NEGRO DE 43 ANOS DA INDEPENDÊNCIA DA GUINÉ-BISSAU

O Chefe de Estado José Mário Vaz criticou a forma como o País foi administrado desde a independência em 1973 a data presente, marcado pelo desvio de erário público para os grupos particulares, formando desta feita novos-ricos a custa do martirizado povo, em nenhuma parte do País se observa sinais de desenvolvimento, há tudo para se fazer, não há estradas em condições, escolas, hospitais, eletricidade e água potável para os cidadãos “Não faz sentido ser Presidente da República sem ter a capacidade de garantir uma vida digna ao seu povo”.

O Presidente da República proferiu tais críticas ontem 18 de abril no comício popular na Cidade de Canchungo Região de Cacheu Norte da Guiné-Bissau, no âmbito da quarta e última jornada da presidência aberta, perante os habitantes locais o Chefe de Estado vincou que vai cumprir a sua promessa eleitoral, que consiste em “Ser o melhor Presidente da República de sempre na Guiné-Bissau e desenvolver o País.

“ Não sou homem que faz promessas, porque quando prometo cumpro, mesmo se vai custar a minha vida” reafirmo que é no meu mandato que a Guiné-Bissau e guineenses vão saborear uma vida melhor.

Ainda no seu discurso JOMAV apela os guineenses a dedicarem-se à agricultura “mom na lam” porque é a forma mais simples de criar riqueza, exemplificou os agricultores europeus como sendo a classe mais rica daquele continente, o mesmo pode acontecer aqui se os guineenses empenhassem seriamente no trabalho.

A minha maior preocupação é criar qualidade de vida para os filhos da minha terra e ver os guineenses a assumir o destino da economia nacional disse o Presidente da República. “ Não tenham vergonha da vossa terra, orgulham-se do vosso País e acreditem num futuro melhor, o País se constroem com trabalho e dedicação” Eu enquanto o Presidente da República acredito no meu País Guiné-Bissau e cada um de vocês devem fazer o mesmo, só vamos necessitar de um pouco de estabilidade para que esse sonho torna em realidade, finalizou José Mário Vaz mobilizando o povo guineense a optarem-se pela nova forma de encarar a vida baseada no trabalho e criação de riqueza.

Na cidade histórica de Cacheu José Mário Vaz visita museu de escravatura e reuniu-se com o Governo Local, Poder Tradicional, Associação Profissional, Organização das Mulheres e a Juventude, após estes encontros com a Comunidade de Região de Cacheu o Chefe de Estado segue a viagem para a Região de Oio também no Norte da Guiné-Bissau.

Diamantino D. Lopes/RN