TÉCNICOS DE GTAPE OUVIDOS NO VARA CREMI DO Ministério Público

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TÉCNICOS DE GTAPE OUVIDOS NO VARA CREMI DO Ministério Público

Três técnicos de Gabinete Técnico de Apoio ao Processo Eleitoral foram ouvidos no dia 4 de Dezembro no Ministério Público, trata-se de Mamadu Iaia Bari, Bacar Sanha e João Okica Sá. O motivo de ausência prende-se com as denúncias feitas por coletivo dos partidos políticos com e sem assento parlamentar, sobre as irregularidades que se verificam no processo de recenseamento eleitoral. Tais denúncias foram ouvidos na voz do porta-voz do coletivo de partidos políticos, Sola N’kilim na Bitchita, no passado dia 29 de Novembro.

Depois da audiência de sete horas, Alcides Gomes, Advogado dos três técnicos de GTAPE, disse que, seus constituintes foram declarados suspeitos, pela denúncia dos partidos políticos mas segundo ele não constitui motivo para alarme. “Porque estou convicto que tudo vai correr bem, os meus constituintes fizeram um trabalho técnico, pelo que estou convicto de que alguns dias em princípio isso termina, termina porque não vai existir elementos para continuar com esse processo”, afiançou.

Questionado sobre o motivo que levou os seus constituintes a serem declarados como suspeitos, Alcides Gomes disse que foram declarados suspeitos mas não revelou o conteúdo que esteve na base de notificação dos mesmos, contudo o causídico prometeu revelar o facto em questão no momento certo.

O Advogado garantiu que, seus clientes saíram das instalações do ministério público com consciência tranquilo. “Aliás eles vieram aqui com consciências tranquilas porque estão conscientes que fizeram um trabalho estreitamente técnico e não tem motivos para não estarem tranquilos”, frisou. Alcides Gomes disse que os constituintes não deverão ser ouvidos de novo em princípio. “Como já disse anteriormente não existe factos palpáveis que permita que eles sejam mais uma vez ouvidos”, notou. Sobre a medida de termo de identidade e residência (TIR) aplicada aos suspeitos, Alcides Gomes disse que isso vem de uma imposição legal.

“Lei impõe que quando alguém é declarado suspeito tem que ficar sob “TIR”, que é termo de identidade e residência, isso é obrigatório não há como fugir disso, é sempre restritivo a liberdade mas isso decore da própria Lei segundo a qual uma medidas dessas é consequências de alguém serem declarada suspeito mas eles vão continuarem nos seus trabalhos porque não tem razões para não continuarem a trabalhar”, concluiu.

NA MESMA SENDA GTAPE INFORMOU CHEGADA DE UMA MISSÃO TÉCNICA NIGERIANA NO QUADRO DO APOIO DAS AUTORIDADES DAQUELE PAÍS AO PROCESSO DO RECENSEAMENTO ELEITORAL.

com objetivo da missão é auxiliar os técnicos nacionais na configuração do servidor, visando a consolidação dos dados do recenseamento eleitoral e, posteriormente, produção de listas provisórias e cadernos eleitorais. todos estes trabalhos de transferência de competências, serão realizados em conjuntos com quadro do GTAPE sob a observação dos  representantes dos partido políticos devidamente credenciados.

esta abordagem visa assegurar a transparência do processo de recenseamento dos cidadãos  eleitores e contribuir na realização  de eleição justas e transparentes, em observância do principio de unidade da lei eleitoral, disse a nota de imprensa do GTAPE.

Por: Noémia Gomes da Silva

 

 

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