UNIÃO PATRIOTA GUINEENSE(UPG) RECONDUZIU FERNANDO VAZ , EM FRENTE DO PARTIDO

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UNIÃO PATRIOTA GUINEENSE(UPG) RECONDUZIU FERNANDO VAZ , EM FRENTE DO PARTIDO

“O futuro só vai ser melhor se continuarmos a lutar e a mostrarmos que sabemos fazer diferente e melhor, unindo todos os guineenses “ disse Fernando Vaz durante o encerramento do III congresso da União Patriótica Guineense (UPG) realizado entre os dias 11 e 12 de Agosto sob lema: Nó uni pá nó kumpu nó Guiné, na qual o político foi reeleito como presidente daquela formação politica na oposição com 1007 votos a favor num universo de 1010 delegados vindos de todas as regiões do país

Após a sua reeleição ao cargo do presidente da União Patriótica Guineense (UPG), Fernando Vaz na sua primeira locução a imprensa disse que neste seu segundo mandato tem um projecto muito desafiante e que abre inúmeras possibilidades de mudanças para a Guiné-Bissau.

“Isto porque a fazemos num momento em que a conjuntura politica e económica e social na Guiné-Bissau muito frágil, e ainda pela endémica deterioração da imagem do país pelo mundo fora e finalmente porque pela primeira vez um partido político resolveu pôr o interesse nacional acima dos partidários”.

Salientou ainda que, o país continua  enfrentar a perda de  direitos democráticos impostas por uma crise e instabilidade política recorrentes e resultantes de uma Guiné-Bissau que procura o seu rumo certo, assim cintes de que a maioria das pessoas se encontra cansada de sucessivas instabilidades políticas e da alteração da ordem constitucional e perderam a fé na política, o clima de fatalismo criado pelo afastamento de sucessivos Governos e da ordem constitucional, na condução desastrosa do país, contou.

Ainda, Fernando Vaz disse que a União Patriótica Guineense é de ideia de que, todos juntos constituindo uma grande frente patriótica para o desenvolvimento podem fazer muito mais do que foi feito durante estes 44 anos de independência. Onde todos os desmandos, a corrupção os assassinatos políticos e a logica do ódio e da vingança imposta a sociedade politica guineense pelo PAIGC e seus correligionários, acusou.

O político assegurou ainda que é possível fazer diferente e melhor. Porque há um futuro muito risonho e prospero para esta tão martirizada Nação, por isso a União Patriótica Guineense (UPG) é uma alternativa: “ Nós da UPG estamos mobilizados para garantir o futuro de todos os guineenses e os que vivem na Guiné-Bissau”, afiançou.

Ainda, no seu discurso depois da sua reeleição para o seu segundo mandato, Fernando Vaz disse que como governantes terão a obrigação de dar um rumo ás pessoas e de mostrar que há formas diferentes de conduzir o país e de fazer politica, sem ódios, ajustes de contas e vinganças, aconselhou.

“Dar um futuro aos guineenses, é pensar em eixos estruturantes do seu desenvolvimento e do seu bem-estar, como o são as nossas grandes linhas programáticas em políticas de Educação, Saúde, Justiça, Apoio Social, Agricultura, Energia, exploração dos nossos recursos naturais, turismo entre outros.

 

Já no dia 11 de Agosto na abertura dos trabalhos o agora reeleito presidente da UPG Fernando Vaz pediu a demissão do Executivo, liderado pelo Aristides Gomes por “incapacidade revelada” pelo Governo em cumprir com a sua missão principal de realizar as eleições legislativas de 18 de Novembro.

O encontro magno da União Patriótica Guineense (UPG) contou apenas com uma lista única designada de “lista solidaria” encabeçada por Fernando Vaz, que na sua comunicação a imprensa afirmou que o Governo não está a altura para realizar as eleições legislativas no dia 18 de Novembro.

“Nós acreditamos que há uma data legal e a há um processo em que todas as forças políticas foram auscultadas e manifestaram as suas intenções na realização das eleições na data marcada” atirou.

Assegurou, que o actual Governo foi instituído para este efeito, mais passou metade do tempo do seu mandato sem fazer nada. “Acho que o Executivo agiu de má-fé! É um Governo incompetente e incapaz de cumprir o mandato para qual foi investido, portanto o presidente da Republica terá que tomar medidas para que as eleições se realizam no dia 18 de Novembro, Advertiu Vaz.

Noémia Gomes da Silva

Nossa, 13/08/18Rádio

 

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