ONG ENDA REALIZOU HOJE UM ATELIÊ DE PLAIDOYER COM OS DECISORES POLÍTICOS E LÍDERES DE OPINIÃO DE REDUÇÃO DE DANOS NOS USOS DE DROGAS INJETÁVEIS (UDI).

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ONG ENDA REALIZOU HOJE UM ATELIÊ DE PLAIDOYER COM OS DECISORES POLÍTICOS E LÍDERES DE OPINIÃO DE REDUÇÃO DE DANOS NOS USOS DE DROGAS INJETÁVEIS (UDI).

 

Na ocasião Inácio Correia, vice-presidente do ANP, salientou que, na verdade os efeitos nefastos que é uso das drogas injetáveis e outros tipos drogas, causam nos seus usuários e o impacto junto á população, principalmente na camada mais jovem, não pode deixar indiferente os poderes públicos e a própria sociedade no seu todo.

Vice-presidente dos parlamentares, encorajou a ONG ENDA, a prosseguirem com esta sensibilização, porque se revela fundamental na consciencializar a sociedade sobre os males que as drogas provocam no tecido social, e o seu elevado potencial destrutivo nas forças produtivas de uma nação, disse.

Correia, assegurou ainda que, as organizações da sociedade civil, pela sua implantação e dinâmica junto as comunidades, jogam um papel transversal, contudo, não deixa de ser relevante assinalar e evidenciar a responsabilidade dos poderes públicos no delineamento de políticas públicas de combate a este flagelo, que minam qualquer processo de desenvolvimento socioeconómico alicerçado na juventude, disse Inácio Correia.

Para Mamadu Aliu Djaló, director nacional de ENDA, aumento de consumo está fortemente ligado ao fluxo de tráfico vindo da América do sul.

Salientou ainda que, o presidente Trump declarou emergência de saúde pública, segundo dados citados por ele, 64,000 pessoas morreram no ano passado por “overdose” de opiáceos, nos EUA, o que supõe 175 mortes por dia e 7 vítimas mortais a cada hora.

Disse que, o país deve produzir informações estratégicas para melhor definir a sua política em relação a integração essencialmente do tratamento de substituição e da dependência, a prevenção combinada e o tratamento do VIH, TB e outras co morbidades, a gestão de “overdose” e o desenvolvimento de estratégias para um ambiente favorável na sua política de redução de danos e minimização de riscos. Nas suas declarações, disse que, acompanhamento para despistagem do VIH, da adoção da legislação ligada a saúde mental, de uma política sobre a saúde e do investimento na implementação dessas politicas através da definição da percentagem proveniente dos bons apreendidos na luta contra a droga a atribuir a esses programas, conforme previsto na lei.

Noémia Gomes da Silva

Rádio Nossa, 26- 06- 18

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